AS IMPLICÂNCIAS DA LETRA CURSIVA NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM: ensinar ou não?
DOI:
https://doi.org/10.22533/omij.v6i2.415Palavras-chave:
Letra Cursiva; Escrita; Ensino-Aprendizagem; Linguística; Letramento.Resumo
Este artigo apresenta uma análise linguística sobre as implicações da letra cursiva no processo de ensino-aprendizagem contemporâneo. Fundamentando-se no método de pesquisa bibliográfica e no bojo de obras e estudos de renomados linguistas e pesquisadores da área da educação. Tendo como nicho a escrita manual, especificamente na forma cursiva, a qual tem sido objeto de discussão em diversos campos do conhecimento, incluindo a linguística aplicada e a neurociência cognitiva. Autores como Roxane Rojo (2009) e (2012), Ângela Kleiman (2007), Renato Barrucho (2015), Camini (2010) e (2013) e Magda Soares (2001) e (2004), juntamente com as orientações da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) contribuíram com os ensinamentos na construção da competência linguística e na autonomia do escritor. Além disso, estudos como A Mão Ativa o Cérebro, de Barrucho, reforçam a conexão entre a escrita manual e a ativação neural, demonstrando que o traçado contínuo da letra cursiva contribui para a memória, a coordenação motora e o desenvolvimento cognitivo. A priori, a pesquisa sinaliza que a escrita cursiva não é apenas um elemento gráfico, mas um instrumento essencial para a aprendizagem significativa, promovendo o engajamento na leitura e na produção textual. Os resultados dessa análise, os quais serão discorridos, apontam para a necessidade de práticas pedagógicas que valorizem a escrita manual no ensino, considerando seus impactos linguísticos, cognitivos e sociais na formação dos estudantes.
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Referências
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