FONTEIRAS HISTÓRICO-COGNITIVAS NAS INTERFACES ESPANHOL-PORTUGUÊS: FALSOS COGNATOS, INTERLÍNGUA E PORTUNHOL
DOI:
https://doi.org/10.47180/omij.v1i3.77Palavras-chave:
Falsos cognatos, Linguística Cognitiva, Portunhol, Linguística histórica contrastivaResumo
Este trabalho trata de uma velha questão nas interfaces português-espanhol: o problema dos falsos cognatos. Com efeito, os estudos mais destacados publicados até o presente – Lado (1973), Leiva (1994), Bugueño Miranda (1998), Durão (2002; 2004; 2005), dentre outros, quase sempre o tema era abordado sob a perspectiva comunicativa ou interacionista, ou seja, os autores se esforçavam por explicar quais eram as consequências, na fala, da existência do fenômeno, especialmente incidente na interlíngua dos falantes dos respectivos idiomas enfrentados. Desta forma, propomos uma nova abordagem deste fenómeno, caracterizando cognitivamente o processo de interlíngua na mente do falante, discutindo o conceito tão estendido de portunhol e diferenciando três âmbitos diferentes de aplicação. Por último, oferecemos, seguindo nossas propostas já antecipadas em outros trabalhos (MIRANDA POZA, 2013; 2015), a explicação do par “rato (esp.) / rato (port.)” na abordagem histórica, perspectiva em grande parte esquecida na abordagem deste tipo de fatos linguísticos.
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