Raiva contra a máquina
uma análise bakhtiniana
DOI:
https://doi.org/10.22533/omij.v7i1.383Palabras clave:
killing in the name, Enunciado concreto, Gêneros do discurso, Polifonia, DialogismoResumen
O Rage Against the Machine é uma banda norte-americana formada em 1991, conhecida por sua fusão de rock, rap e metal, com fortes críticas políticas e sociais. Suas letras abordam temas como desigualdade, corrupção e resistência. Entre seus sucessos está Killing in the Name, a qual foi lançada em 1992, no álbum de estreia autointitulado. A canção é uma crítica feroz ao racismo estrutural, ao abuso de poder por parte de autoridades e os sistemas de opressão. Nesse sentido, busca-se no artigo em tela traçar uma análise bakhtiniana dessa letra à luz da obra Marxismo e Filosofia de Linguagem, Bakhtin (2018) – haja vista que a mesma vem situada histórico, sócio e idelogicamente (Bakhtin, 2011), ou seja, um enunciado concreto, fundamentado em um contexto real de língua(gem). Observa-se que a canção, um gênero discursivo primário, mesmo sendo dos anos 90, é um ato político que se destaca ainda na contemporaneidade, um símbolo mundial de luta contra o racismo, a injustiça e a opressão.
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